moeda endógena

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Uma sugestão para simplificar a teoria da taxa de juros exógena

O objetivo deste artigo é tentar esclarecer alguns pontos do extenso debate heterodoxo sobre a taxa de juros monetária, sugerindo o uso do que se chamará de abordagem da taxa de juros exógena. Essa abordagem parte de dois princípios bem gerais, que são: (a) o governo não quebra em sua própria moeda; e (b) os bancos só emprestam para clientes considerados solventes. Buscar-se-á reforçar os argumentos Lavoie (2006), mostrando que esses ficam mais claros e melhor fundamentados a partir dos princípios da abordagem da taxa de juros exógena.

Mais além do desenvolvimentismo

Liberais (neo e de longa data) costumam caracterizar as idéias que animaram os anos do desenvolvimentismo pós-Segunda Guerra, como “muito antigas”. O livro Estados e moedas no desenvolvimento das nações fornece todo um conjunto de argumentos teóricos e descrições históricas que confirmam esse ponto de vista. Não se deve esquecer, e o livro aponta isso com clareza, que as próprias idéias liberais também não são tão novas assim, datando do século passado: seja na sua forma primeira, através das recomendações de políticas específicas por autores clássicos, seja na sua forma “canônica”, que deriva diretamente da teoria marginalista, a partir de 1870.

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