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From Export Specialization in Natural resources to Diversification in Manufacturing

Indonésia, Malásia e Tailândia, conhecidas como SEANICs (Países Recentemente Industrializados do Sudeste Asiático), tiveram economias inicialmente especializadas em exportações primárias, mas que dentro de um curto período de tempo conseguiram alcançar extensa exportação e diversificação produtiva na indústria de transformação. Estes países registraram um rápido crescimento do PIB e do PIB per capita entre 1980 e 201, e passou por uma mudança estrutural notável em suas economias. O objetivo deste trabalho é analisar as trajetórias de desenvolvimento dos SEANICs, investigando sua principal fonte de crescimento econômico, especialmente relacionada à integração econômica regional.

O Modelo Kaldoriano de Crescimento Liderado Pelas Exportações

Nicholas Kaldor foi um dos mais destacados economistas do século XX. Seus trabalhos tratam de vários temas relacionados com teoria econômica, economia aplicada e a análise e proposição de políticas econômicas. Em todas estas áreas suas idéias exerceram considerável influência e geraram acalorados debates. Todavia, segundo o próprio autor (Kaldor, 1989a[1986], p. 34; tradução nossa), “[…] ao longo de minha vida acadêmica [a] teoria econômica permaneceu meu principal interesse”. Como teórico, a mais importante contribuição de Kaldor foi sua análise do processo de crescimento econômico. Suas primeiras idéias sobre o assunto datam do final da década de 1930. Mas é a partir da década de 1950 que a análise do processo de crescimento econômico passou a ser o centro da reflexão teórica do autor. E assim foi até sua morte em 1986.

Uma Análise Crítica do Modelo Kaldoriano de Crescimento Liderado Pelas Exportações

Nicholas Kaldor foi um dos mais destacados economistas do século XX. Seus trabalhos tratam de vários temas relacionados com teoria econômica, economia aplicada e a análise e proposição de políticas econômicas[1]. Em todas estas áreas suas idéias exerceram considerável influência e geraram acalorados debates. Todavia, segundo o próprio autor (Kaldor, 1989a[1986], p. 34; tradução nossa), “[…] ao longo de minha vida acadêmica [a] teoria econômica permaneceu meu principal interesse”. Como teórico, a mais importante contribuição de Kaldor foi sua análise do processo de crescimento econômico. Suas primeiras idéias sobre o assunto datam do final da década de 1930. Mas é a partir da década de 1950 que a análise do processo de crescimento econômico passou a ser o centro da reflexão teórica do autor. E assim foi até sua morte em 1986.

Inserção externa, exportações e crescimento no Brasil

Nos textos iniciais da CEPAL, e, em particular, no pensamento original de Raul Prebisch, o crescimento das exportações era considerado fator estratégico para um crescimento econômico sustentado. A questão geral com a qual os países latino-americanos se deparavam em seu processo de industrialização, argumentava Prebisch, era a da restrição de divisas; a questão particular com a qual alguns países se deparavam era a exiguidade de seus mercados internos. Contemporaneamente, em diversas teorias e interpretações sobre o desempenho econômico comparativo dos países, a relação entre exportações e crescimento econômico longe de apresentar a mesma clareza como a desenvolvida por Prebisch constitui um tema extremamente polêmico e não raro apresenta- se de forma obscura. A polarização entre uma modalidade de “crescimento liderado pelas exportações” e um “crescimento liderado pelo mercado interno” ou, como assim se refere o Banco Mundial, a existência de uma via “orientada para fora” e uma outra “orientada para dentro” tal como as que supostamente teriam predominado na Ásia e na América Latina revelam interpretações e mecanismos de causalidade muito distintos e mesmo opostos. A rigor, a versão neoclássica do crescimento liderado pelas exportações, difundido pelo Banco Mundial, enfatiza não propriamente o papel das exportações no crescimento mas a importância da neutralidade de incentivos (tarifas, taxa real de câmbio,etc) e da abertura externa (importações) para uma alocação eficiente de recursos. Segue-se desta abordagem um corolário inteiramente arbitrário: as vias de crescimento lideradas pelas exportações foram construídas por políticas econômicas “amigáveis aos mercados” o contrário do que teria predominado naquelas lideradas pelo mercado interno.

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