Estados Unidos

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A Geopolítica das Relações entre a Federação Russa e os EUA: da Cooperação ao Conflito

Este artigo discute a evolução das relações entre a Federação Russa, que nasceu do colapso da URSS em 1991, e os Estados Unidos. Será mostrado como estas relações evoluíram de tal forma que atualmente existe forte conflito de interesses entre a Rússia e os EUA. O artigo começa com uma curta seção onde é contextualizada a situação estrutural do sistema de poder mundial na qual surgiu a nova Federação Russa, situação caracterizada por uma assimetria sem precedentes históricos entre o poder dos EUA em diversas dimensões e o de todos os demais países do mundo.

A Geopolítica da Federação Russa em Relação aos EUA e à Europa: Vulnerabilidade, Cooperação e Conflito

Este artigo discute a evolução das relações entre a Federação Russa, que nasceu do colapso da URSS em 1991, e os Estados Unidos. Será mostrado como estas relações evoluíram de tal forma que atualmente existe forte conflito de interesses entre a Rússia e os EUA. O artigo começa com uma curta seção onde é contextualizada a situação estrutural do sistema de poder mundial na qual surgiu a nova Federação Russa, situação caracterizada por uma assimetria sem precedentes históricos entre o poder dos EUA em diversas dimensões e o de todos os demais países do mundo.

A crise subprime nos Estados Unidos: a reação do setor público e o impacto sobre o emprego

Este artigo tem como objetivo analisar os impactos da crise das hipotecas subprime na economia americana sob dois aspectos: i) fazer uma avaliação crítica das medidas tomadas pelo Estado americano para enfrentar a crise; e ii) avaliar o impacto desta sobre o mercado de trabalho. Em relação ao primeiro ponto, procurou-se separar os gastos efetivamente fiscais dos dispêndios com compra de ativos e operações de crédito realizadas principalmente pelo Tesouro e pelo Federal Reserve (Fed). Tal procedimento revelou que os vultosos recursos comprometidos com estas operações não representaram de fato uma pressão sobre as contas do Tesouro.

Uma análise econômica crítica da tese da decadência hegemônica dos Estados Unidos de Giovanni Arrighi

Giovanni Arrighi desenvolveu o modelo dos “ciclos sistêmicos de acumulação” associando as transições hegemônicas e as mudanças nos “regimes de acumulação” para estudar as origens e as transformações do sistema mundial. De acordo com essa teoria, Arrighi considera que a expansão financeira que se deu a partir dos anos 70 é o sinal claro que a hegemonia norte-americana já entrou numa “crise terminal”. Arrighi defende a idéia que os Estados Unidos estão presos numa espiral negativa do ponto de vista econômico que associa os desgastes orçamentários da Guerra no Iraque, o crescente aumento de seu endividamento, a perda de credibilidade do dólar como moeda internacional e a ascensão da China.

As Relações da Iugoslávia com a União Soviética e os Estados Unidos entre 1946 e 1961

O presente artigo pretende mostrar como a Iugoslávia de Josef Broz “Tito” adotou uma posição original no contexto da Guerra Fria após sua expulsão do bloco soviético, em 1948, sabendo aproveitar-se da rivalidade entre Leste e Oeste a seu favor. Por outro lado, a influência sobre a Iugoslávia foi alvo de disputas veladas entre as duas grandes potências da época, Rússia e Estados Unidos, devido à posição estratégica do país balcânico e à influência que seu destino teria em outros países do bloco socialista. Mas, com a morte de Stalin e a ascensão ao poder de Nikita Kruschev, em 1953, a URSS reviu sua relação com Belgrado.

Preocupados com a influência americana no país, os soviéticos normalizaram a relação com o governo iugoslavo, em 1955. No entanto, nenhuma das duas grandes potências foi capaz de gerar o alinhamento ideológico de Tito, que acabou se transformando num dos principais atores do Movimento dos Não-Alinhados.

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