Desenvolvimento Econômico

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O Desenvolvimento Economico e a Retomada da Abordagem Clássica do Excedente

In this article we show how an analytical framework based on the classical sur- plus approach can be used to the understanding of some central matters of the eco- nomic development of the nations and of the Brazilian economy in the last decades, in particular. We start discussing the shortcomings of the traditional approach to development economics and the inability of the neoclassical approach to explain some of the more important stylized facts of the development process.

O desenvolvimento economico e a abordagem clássica do excedente

Nesse artigo mostramos como um esquema de análise baseado na abordagem clássica do excedente pode ser usado para explicar o desenvolvimento econômico das nações e, em particular, da economia brasileira nas últimas décadas. Nossa discussão começa pelas limitações da tradicional economia do desenvolvimento, por um lado e, por outro, à incapacidade da abordagem neoclássica de explicar alguns dos fatos estilizados mais importantes do processo de desenvolvimento.

Mais além do desenvolvimentismo

Liberais (neo e de longa data) costumam caracterizar as idéias que animaram os anos do desenvolvimentismo pós-Segunda Guerra, como “muito antigas”. O livro Estados e moedas no desenvolvimento das nações fornece todo um conjunto de argumentos teóricos e descrições históricas que confirmam esse ponto de vista. Não se deve esquecer, e o livro aponta isso com clareza, que as próprias idéias liberais também não são tão novas assim, datando do século passado: seja na sua forma primeira, através das recomendações de políticas específicas por autores clássicos, seja na sua forma “canônica”, que deriva diretamente da teoria marginalista, a partir de 1870.

O ressurgimento da economia do desenvolvimento

A dispersão acentuada nas taxa de crescimento entre os países vem renovando o interesse teórico e empírico sobre os fatores determinantes do crescimento econômico no longo-prazo. Uma nova ortodoxia na economia do desenvolvimento afirma-se a partir dos modelos analíticos e dos estudos teóricos e empíricos promovidos pelo Banco Mundial sobre os casos nacionais de “sucesso” e “fracasso”, notadamente no sudeste asiático e na América Latina.

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