curva de phillips

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Uma avaliação crítica das estimativas da curva de Phillips no Brasil

O presente artigo busca avaliar criticamente as estimativas da curva de Phillips para a economia brasileira no período recente, com respeito a proposição teórica da curva de Phillips aceleracionista que é um dos fundamentos do modelo do Novo Consenso em Política Econômica. Foram avaliadas as três principais hipóteses do modelo aceleracionista identificadas em Serrano (2007) – inércia completa; relação entre hiato do produto e inflação; e choques de oferta com média zero – a partir das estimações dos trabalhos empíricos para o Brasil.

Um Modelo Alternativo Ao “Novo Consenso” Para Economia Aberta

Nesta tese, é discutido um modelo alternativo ao modelo do Novo Consenso para economia aberta, para avaliar os canais de transmissão, os custos de longo prazo da política monetária, bem como suas limitações. Os custos de longo prazo são avaliados em termos da taxa de crescimento da capacidade produtiva e da taxa real de juros de longo prazo, da taxa real de câmbio e da evolução da situação das contas externas, e da distribuição funcional da renda para diferentes metas de inflação.

Moeda, Inércia, Conflito, o Fisco e a Inflação: Teoria e Retórica dos Economistas da PUC-RJ

Este artigo analisa as transformações na abordagem teórica e na prática de política dos autores ligados ao Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Mostrar-se-á que nos seus primeiros esforços esses economistas propuseram uma agenda não convencional, oposta aos economistas brasileiros ortodoxos e aos programas de estabilização do FMI. Através de estimativas para Curvas de Phillips esses autores identificaram a inflação brasileira como, preponderantemente, inercial, o que os levou a desenhar estratégias de estabilização que pudessem eliminar tal componente.

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