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De onde virá a demanda que justificará a recuperação do investimento?

Embora a taxa de crescimento do PIB tenha voltado ao patamar positivo no biênio 2017-2018, a economia brasileira ainda não voltou a uma situação que se possa classificar como de “normalidade”, se considerado o patamar de antes da recessão registrada em 2015-16. Com cerca de treze milhões de desempregados e o PIB ainda 4,69% abaixo do nível real de 2014, têm sido debatidas com certa intensidade as opções de política à disposição para modificar este quadro. Na perspectiva aqui adotada é central observar que, nesse mesmo período, a única componente da demanda agregada que cresceu no período 2014-2018 foram as exportações (18% superior). Todas as demais componentes estão em níveis inferiores ao de 2014: o consumo das famílias (3,92% abaixo), o consumo do governo (2,07% menor) e, a componente que mais declinou, a formação bruta de capital fixo (uma medida abrangente para o investimento), com volume 23,22% inferior. Ao longo…

DEMANDA EFETIVA NO LONGO PRAZO E NO PROCESSO DE ACUMULAÇÃO: ORIGEM E DESENVOLVIMENTO DO DEBATE SRAFFIANO A PARTIR DO PROJETO DE GAREGNANI (1962)

O artigo discute a evolução do projeto sraffiano, iniciado em 1962 por Garegnani, de desenvolver uma teoria da demanda efetiva de longo prazo. Tratamos tanto dos aspectos metodológicos quanto analíticos, começando com a questão da compatibilidade entre o princípio da demanda efetiva e a abordagem clássica do excedente.

Demanda agregada e a desaceleração do crescimento econômico brasileiro de 2011 a 2014

O artigo analisa a rápida desaceleração da economia brasileira para os anos de 2011-2014, no qual esta cresceu apenas 2,1% em média anual, em comparação a média de crescimento de 4,4% do período 2004-2010. O crescimento do período 2004-2010 foi mais do que o dobro da média anual dos 23 anos anteriores. Dessa forma, é importante entender por que essa maior taxa de crescimento – embora bastante menor que a do período anterior a década de 80 – não se sustentou nos últimos 4 anos.

Aggregate Demand and the Slowdown of Brazilian Economic Growth from 2011- 2014

This paper looks in detail at the sharp slowdown in the Brazilian economy for the years 2011-2014,in which economic growth averaged only 2.1 percent annually,as compared with 4.4 percent in the 2004-2010 period. The latter level of growth was also more than double Brazil’s average annual growth rate over the prior 23 years (although it was much lower than the pre-1980 period). It is important to understand why the higher rate of growth experienced from 2004 to 2010 was notsustained over the past few years.

Distribution and Cost-Push inflation in Brazil under inflation targeting, 1999-2014

In this paper we analyze the evolution of Brazilian inflation under the inflation targeting system from a cost-push perspective. We identify the main features of three quite distinct phases (1999-2003, 2004-2009 and 2010-2014) and explain them in terms of tradable price trends in local currency, changes in the dynamics of monitored prices and behavior of wage inflation.

Crecimiento económico, demanda y la relevancia de la política económica estatal en el periodo 2003-2010

La dirección de investigación intentará demostrar que el gasto autónomo, guía el crecimiento, manteniéndose por debajo de la restricción externa, una característica totalmente relevante para
economías con una estructura productiva desequilibrada en el sentido de Diamand (1972; 1973; 1988) y para la aplicación de una correcta política económica que ataque el núcleo del problema.

A Restrição Externa e a “Lei de Thirlwall” com Endividamento Externo

Este trabalho procura apresentar um esquema analítico simples para avaliar criticamente o modelo de crescimento na abordagem Kaldor-Thirlwall. Inicialmente argumentamos que a ideia de que o nível (e a taxa de crescimento) do produto que equilibra a balança de pagamentos seja um determinante direto e seja idêntico ao nível (e a taxa de crescimento) do produto efetivo a longo prazo depende de hipóteses arbitrárias, especialmente no caso em que existem fluxos de capitais.

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