Crecimiento

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La Desaceleración Rudimentaria de la Economía Brasileña

La economía brasileña experimentó en la segunda mitad de los años 2000 un período de crecimiento más rápido, inflación controlada y una mejora en la distribución del ingreso y reducción de la pobreza debido a un gran cambio en las condiciones externas junto a un pequeño cambio, pero muy importante, en la orientación de la política macroeconómica interna. La medida de crecimiento del PIB en el período 2004-2010 fue de 4,5%, poco más del doble de lo observado en el período 1995-2003 (Serrano &Summa, 2011).

Sin embargo, a partir de 2001 viene ocurriendo una desaceleración del crecimiento económico, donde la tasa de 7,5% en 2010 fue progresivamente reduciéndose alcanzando 2,7% para el año 2011 como un todo. Lo que todo indica que el crecimiento del PIB debe ser todavía menor en 2012.

Macroeconomic Policy, Growth and Income Distribution in the Brazilian Economy in the 2000s

The Brazilian economy grew by 4.2 percent annually from 2004-2010, more than double its annual growth from 1999-2003 or indeed its growth rate over the prior quarter century. This growth was accompanied by a significant reduction in poverty and extreme poverty, especially after 2005, as well as reduced inequality. This paper looks at the combination of external changes and changes in macroeconomic policy that contributed to these results.

The overall policy framework since 1999 has consisted of a “tripod” of explicit inflation targets, a (very “dirty”) floating exchange rate regime, and specific (and quite large) targets for the primary budget surplus. The Brazilian inflation-targeting system requires that the monetary authority pursue a single objective, the control of inflation, which must remain inside a pre-defined range within a calendar year. Although the inflation target was not achieved in the years 2001 to 2003, since 2004 the government was successful in keeping inflation within the target range every single year, even in the turbulent year of 2008.

O ciclo recente de crescimento chinês e seus desafios

A China, como de resto toda a economia mundial, foi intensamente abalada pela crise financeira americana de 2008. Em resposta adotou um elevado programa de gasto público superior a meio trilhão de dólares, centrados em investimentos em infra-estrutura. Como resultado, após uma desaceleração em sua trajetória de crescimento no primeiro trimestre de 2009, retomou um ritmo maior no último trimestre recuperando sua trajetória de alto crescimento e situando-se acima da meta prevista de 7,5% para o período de 2006 a 2010 estabelecida no 11o Plano Qüinqüenal.

Muito se especula sobre a sustentação deste crescimento no atual contexto internacional e sobre as possíveis transformações neste padrão e seus impactos na economia mundial. Com efeito, no âmbito do governo e do Partido Comunista, tem sido crescente a disputa sobre o uso apropriado destes recursos públicos. De um lado, se posicionam os defensores da agenda liberalizante e de continuidade do padrão de crescimento atribuído às exportações e investimentos externos; de outro, diversos críticos do modelo chinês, tanto aqueles críticos do export led quanto os que atribuem a concentração da renda observada nos últimos anos à uma estratégia de investimento centrada em setores intensivos em capital.

As Interações Micro e Macroeconômicas em um Modelo Kaldoriano-Evolucionário de Simulação do Crescimento Econômico e da Competitividade Internacional

A construção de modelos macroeconômicos está apoiada no pressuposto da existência de um padrão único de comportamento dos agentes econômicos que delineiam cada agregado macroeconômico. O modelo apresentado neste artigo não foge a regra. No entanto, a adoção desse pressuposto não é aplicada a todas as equações do modelo. O princípio evolucionário da diversidade dos padrões de mudança tecnológica e de concorrência no âmbito da indústria é introduzido neste modelo, o que implica a adoção de um conjunto de distintas equações de competitividade, cada uma delas referente a um grupo setorial específico.

O Papel da Teoria da Distribuição nos Modelos de Crescimento com Pleno Emprego de Kaldor: Uma avaliação crítica

O artigo analisa criticamente a teoria da distribuição de Kaldor no contexto de seus modelos de crescimento econômico com pleno emprego da segunda metade da década de 1950. Os principais resultados dessa análise são os seguintes. Primeiro, a contribuição da teoria da distribuição de Cambridge para os modelos em questão está restrita ao provimento de um mecanismo de ajustamento entre oferta e demanda agregadas, numa condição de pleno emprego da força de trabalho.

El supermultiplicador sraffiano y el papel de la demanda efectiva en los modelos de crecimiento

La teoría moderna del crecimiento económico tiene su origen en el trabajo de Harrod (1939). Es a partir de los problemas planteados por este autor en ese trabajo que se desenvolvieron las principales líneas de investigación en el área de la teoría del crecimiento económico. Por un lado, del intento de negar la posibilidad de una persistente divergencia entre las tasas garantizada (suponiendo, a priori, que ésta sea igual a la efectiva) y la natural de crecimiento, surgirán los modelos neoclásicos de crecimiento (Ver Cesaratto & Serrano, 2002).

O Modelo Kaldoriano de Crescimento Liderado Pelas Exportações

Nicholas Kaldor foi um dos mais destacados economistas do século XX. Seus trabalhos tratam de vários temas relacionados com teoria econômica, economia aplicada e a análise e proposição de políticas econômicas. Em todas estas áreas suas idéias exerceram considerável influência e geraram acalorados debates. Todavia, segundo o próprio autor (Kaldor, 1989a[1986], p. 34; tradução nossa), “[…] ao longo de minha vida acadêmica [a] teoria econômica permaneceu meu principal interesse”. Como teórico, a mais importante contribuição de Kaldor foi sua análise do processo de crescimento econômico. Suas primeiras idéias sobre o assunto datam do final da década de 1930. Mas é a partir da década de 1950 que a análise do processo de crescimento econômico passou a ser o centro da reflexão teórica do autor. E assim foi até sua morte em 1986.

Uma Análise Crítica do Modelo Kaldoriano de Crescimento Liderado Pelas Exportações

Nicholas Kaldor foi um dos mais destacados economistas do século XX. Seus trabalhos tratam de vários temas relacionados com teoria econômica, economia aplicada e a análise e proposição de políticas econômicas[1]. Em todas estas áreas suas idéias exerceram considerável influência e geraram acalorados debates. Todavia, segundo o próprio autor (Kaldor, 1989a[1986], p. 34; tradução nossa), “[…] ao longo de minha vida acadêmica [a] teoria econômica permaneceu meu principal interesse”. Como teórico, a mais importante contribuição de Kaldor foi sua análise do processo de crescimento econômico. Suas primeiras idéias sobre o assunto datam do final da década de 1930. Mas é a partir da década de 1950 que a análise do processo de crescimento econômico passou a ser o centro da reflexão teórica do autor. E assim foi até sua morte em 1986.

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