Gustavo Bhering

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The Trouble with Harrod: the fundamental instability of the warranted rate in the light of the Sraffian Supermultiplier

The paper discusses Harrod’s “principle of fundamental instability” of growth at the warranted rate, using the Sraffian Supermultiplier model, together with Hicks’s notions of “static” and “dynamic” stability, which are related to the distinction between the direction versus the intensity of a disequilibrium adjustment.

Orçamento e Conflito Distributivo

A grande notícia econômica do final de maio foi a nova proposta de orçamento da administração Temer para 2015. Há nessa proposta aspectos estritamente econômicos, políticos e mesmo midiáticos que merecem nossa atenção.

O primeiro fato a se destacar é que o orçamento é uma boa notícia. Depois de semanas de massacre monotemático na mídia das autoridades quanto à necessidade imperativa de cortar gastos, vem a público um orçamento… sem muitos cortes de gastos !! Na verdade quase o oposto, como veremos. Alguém poderia falar em estelionato “não eleitoral”. Afinal, não deixa de ser irônico que o caminho percorrido por um governo não eleito parece ser o oposto de um eleito, unindo-lhes apenas a negação das promessas de “campanha”. Ninguém duvida que a profunda recessão de 2015, e que praticamente se repetirá em 2016, foi elemento chave no processo de Impeachment do Governo Dilma. Para executar um programa de ajuste fiscal com redução real dos gastos públicos, a presidenta Dilma Rousseff chegou mesmo a convocar um economista ortodoxo de mercado com credenciais, quase, imaculadas, somando ao seu projeto de início de governo, política fiscal austera, uma dimensão simbólica: um economista austero.

Como esperado em 2015, o contracionismo fiscal foi contracionista em termos macroeconômicos e caberá à história julgar o papel que tal desastre econômico jogou no processo que afastou a presidenta do governo. Mas como da história retiram-se lições para não se repetir os erros do passado, tudo leva a crer que, fora do campo retórico, os atuais gestores da economia aprenderam a lição.

A Restrição Externa e a “Lei de Thirlwall” com Endividamento Externo

Este trabalho procura apresentar um esquema analítico simples para avaliar criticamente o modelo de crescimento na abordagem Kaldor-Thirlwall. Inicialmente argumentamos que a ideia de que o nível (e a taxa de crescimento) do produto que equilibra a balança de pagamentos seja um determinante direto e seja idêntico ao nível (e a taxa de crescimento) do produto efetivo a longo prazo depende de hipóteses arbitrárias, especialmente no caso em que existem fluxos de capitais.

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